EFICÁCIA DA ESTIMULAÇÃO COGNITIVA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL
Autoria: Cesar Ferreira Pinheiro; Maria Inês Lemos Coelho Ribeiro
Coletânea: Pesquisas em Temas de Ciências da Saúde
DOI: 10.46898/rfb.monapqiy0ezl
Resumo
Objetivo: Analisar evidências científicas sobre a eficácia da estimulação cognitiva na promoção do envelhecimento saudável e na manutenção da autonomia e capacidade funcional de idosos. Método: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, orientada pelo PRISMA e estratégia PICO, com buscas nas bases de dados científicas LILACS e Google Acadêmico, compreendendo o mês de janeiro de 2026. Resultado: Pode-se afirmar que a análise dos estudos selecionados indica que a estimulação cognitiva promove o fortalecimento da reserva cognitiva e da neuroplasticidade, retardando o declínio das funções executivas, da memória e da atenção. Intervenções estruturadas demonstraram melhora significativa no bem-estar psicológico e na qualidade de vida dos idosos, reduzindo o risco de isolamento social e sintomas depressivos. A eficácia é potencializada quando as atividades são personalizadas e integradas a hábitos de vida saudáveis. Conclusão: Conclui-se que a estimulação cognitiva se mostra uma estratégia eficaz e indispensável para o envelhecimento saudável, representando uma ferramenta fundamental para profissionais da saúde na prevenção de perdas cognitivas precoces e na promoção de uma longevidade ativa e independente.
Palavras-chave: Envelhecimento saudável, Estimulação cognitiva, Cognição, Saúde do idoso, Neuroplasticidade.